Isso faz seu escritório pagar mais imposto, perder benefícios e correr risco de inconsistência com a OAB.
Isso significa pagar imposto sobre dinheiro que não é lucro, corroendo sua margem mês após mês.
A advocacia se enquadra no Anexo IV, o que exige recolher encargos fora do DAS. Sem planejamento, a tributação real acaba sendo bem mais alta do que parece.
Essa prática comum deixa o escritório vulnerável e impede que os sócios comprovem a isenção dos valores recebidos.
Honorários sucumbenciais, repasses, prazos e receitas variáveis exigem atenção técnica que contabilidades genéricas não dominam.
Sem relatórios adequados, é impossível acompanhar o desempenho da banca, planejar lucros e ajustar o pró-labore de forma estratégica.
Rogério Grimes, Contador (CRC/SC: 7.653/O) e Advogado.
Repasses, custas e reembolsos entram na base de cálculo como se fossem lucro. O resultado é que você tributa até o que apenas passou pela sua conta.
Você entende, de forma clara, quanto cada sócio recebe, quanto sobra de lucro e como está a rentabilidade por causa, cliente e área de atuação.
Está em dúvida se está pagando imposto a mais e quer uma análise feita por quem entende de advocacia.
Vê o escritório faturar bem, mas sente que sobra pouco dinheiro no fim do mês.
Quer regularizar o CNPJ e deixar tudo conforme as exigências da OAB.
É advogado PJ e quer entender exatamente o que pode ou não colocar na contabilidade.
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Sim. Mesmo o advogado autônomo pode reduzir custos e operar com mais segurança ao se formalizar com o enquadramento correto.